Insights

Arquitetura, governança e o trabalho que separa o piloto da produção.

Notas públicas sobre as decisões que aparecem antes do código: ADRs, runbooks, análises e as edições da newsletter “Architecture in the AI Era”.

Newsletter

Architecture in the AI Era

Uma newsletter mensal escrita para arquitetos, líderes de arquitetura corporativa (EA) e CIOs. São 5 edições publicadas, todas em inglês, e cada uma parte de um projeto real ou de evidência de campo, nunca de tendência de mercado. O assunto é sempre o mesmo recorte: a arquitetura, a identidade, o dado e o controle que decidem se um piloto de IA chega à produção ou morre na demonstração.

A regra editorial é simples: nenhuma edição sai sem um caso concreto por trás. Quando o material vem de trabalho com cliente, o conteúdo é anonimizado e o dado sensível é redigido antes da publicação.

  • 5 edições publicadas
  • Frequência mensal
  • Idioma: inglês
  • Ancorada em projeto real

Issue 1

The Integration Gap: Why Enterprise AI Stalls Before Production

A tese fundadora: o modelo é 5% do projeto de IA; os outros 95% são a arquitetura por baixo dele: integração, identidade, dados e governança. Uma proposta de reframe: sua estratégia de IA é sua estratégia de arquitetura.

Publicada em inglês · edição de abertura

Issue 2

Your Agents Are Live. Nobody Can Prove Who They Are.

Agentes em produção sem identidade distinta são service accounts não gerenciados com interface de chat. 63% das empresas não conseguem limitar o propósito de um agente depois de publicado; 60% não têm kill switch. A infraestrutura de identidade corporativa foi desenhada para humanos, e agentes não cabem nela.

Publicada em inglês · evidência de campo sobre identidade de agente

Issue 3

I Gave an AI Agent the Keys to My Machine.

Um fim de semana, um desktop Arch Linux, um agente com acesso ao shell. O agente auditou o próprio acesso, reportou as permissões que não foram explicitamente revogadas e encontrou um segundo credential default que um revisor humano normalmente perde. O shape do problema em escala enterprise comprimido em uma máquina.

Publicada em inglês · experimento controlado em ambiente próprio

Issue 4

I Took Part in a Project That Archived a Decade of Payroll Data.

Dez anos de dados de RH arquivados de Oracle para Databricks. As perguntas que travaram o projeto não foram sobre o pipeline, foram sobre governança: onde censurar, quem pode ver o dado sem máscara, como provar o controle. Readiness para IA não começa pelo catálogo; começa por quem pode ver o quê.

Publicada em inglês · projeto real, dado e cliente anonimizados

Issue 5

Two AI Gateways Made the News This Month. Only One Would Survive an Audit.

Dois gateways de IA anunciados no mesmo mês: um com controles que esta newsletter vem pedindo desde a edição 1 (kill switch, auditoria, contenção), outro sem evidência pública de que existem. A diferença não está no modelo, está na arquitetura de controle.

Publicada em inglês · leitura de anúncio público contra critério de auditoria

Fora da newsletter

Principais posts no LinkedIn

Nem toda nota vira edição. Os posts abaixo são o que circulou no perfil profissional: um caso de integração legada, um teste de contenção e um alerta de proliferação de agentes.

PT-BR

O Firewall Nunca Foi o Problema

Uma VM de 2010, 80 GB de log, um Azure Storage Account e um handshake criptográfico que não encontrava algoritmo em comum. A saída não foi forçar a VM velha a falar moderno; foi colocar o ponto de controle onde a equipe manda.

EN

AI Agent Kill Switch

55% não conseguem isolar um agente da rede se algo der errado. Seu agente tem kill switch e ele foi testado este mês?

EN

Agent Sprawl

A governança de agentes de IA não é sobre o modelo, é sobre quantos agentes você tem, quem criou cada um, e se você consegue listar todos hoje.

Onde os posts ficam

Os posts e o fórum de discussão de cada edição vivem no perfil profissional. Mensagens e comentários são bem-vindos, e o canal direto para um assunto técnico continua sendo o email.

LinkedIn · Thiago Ribeiro  ·  contato@arquitechcorp.com

Método público

ADRs e Runbooks

As decisões de arquitetura da própria operação da ArquitechCorp são registradas como ADRs (Architecture Decision Records) e mantidas como ativo de portfólio. O método é público; o conteúdo sensível é redigido antes da publicação. Este site é o primeiro ativo construído sob essa disciplina.

O que fica público e o que é redigido

O valor de um registro de decisão está no contexto e no motivo, não no dado do cliente. Por isso o que se publica é o raciocínio, e o que se retira é o que identifica terceiros.

  • Público: contexto, decisão tomada, alternativas recusadas, risco aceito e critério de reversão.
  • Redigido: nome de cliente, número de contrato, topologia identificável e qualquer valor comercial.
  • Consequência prática: a arquitetura pode ser defendida dois anos depois, por quem não participou da decisão.

Descreva o problema. Nós dizemos se ele é de arquitetura.

Trinta minutos, sem apresentação institucional. Traga o sintoma (degradação de integração, fatura de nuvem, piloto de IA travado) e saímos da conversa com a hipótese técnica inicial e o que seria preciso medir para confirmá-la.

Sem formulário nesta primeira versão: um formulário aqui significaria processamento de dado pessoal sem base legal declarada. Canal direto, com resposta em até um dia útil.